sábado, 2 de julho de 2011

Orientações para a recuperação

Pessoal,

Retomando a idéia de trabalhar o curso a partir das provocações, peço que escolham duas provocações que não sejam a da prova ou do seminário e discorram sobre a temática em 2 páginas (espaço 1,5cm, letra times new roman, valendo-se da bibliografia de apoio para a aula. A data limite de entrega dos trabalhos é dia 15 de julho. Por favor, imprimam o texto e deixem no meu escaninho, no Bloco A, sala 220.
Um beijo
Diana

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Avaliação final escrita

Pessoal

Conforme previsto, ontem informei a todos os alunos presentes sobre o conteúdo e o formato da avaliação final do curso. Solicitei que cada aluno individualmente escolha uma (apenas uma) dentre as provocações publicadas no blog para cada aula (excetuando-se a provocação que se refere ao seu tema de seminário) e, com o recurso do texto de apoio, elabore um texto de 2 páginas (times new roman 12, espaço 1,5) para entrega na próxima aula, dia 15 de junho.
Aqueles que não trouxerem o texto pronto poderão aproveitar o período de projeção do filme O nome da Rosa para a escrita. Nesse caso, peço que assitam ao filme previamente de modo a poderem participar do debate.
Um abraço
Diana

Trabalho escrito sobre o Seminário

Pessoal

Lembro a todos que na próxima aula, dia 15 de junho, se esgota o prazo para a entrega do relatório sobre a apresentação do trabalho em grupo. O texto deve conter o planejamento e o modo de execução do seminário.
Um abraço
Diana

terça-feira, 7 de junho de 2011

Provocações

Pessoal,

Hoje nossa provocação é um tanto diferente das demais. Espero que se divirtam.
http://www.youtube.com/watch?v=M1NbUI1TQpo&NR=1
Um beijo
Diana

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A invenção da infância

A partir da frase "ser criança não significa ter infância", a realizadora analisa as diferenças entre meninos e meninas do sul do Brasil e crianças do Nordeste. A utilização de trechos animados reforça o tema.

Direção: Liliana Sulzbach
Tipo: Documentário
Formato: 16mm
Ano Produção: 2000
Origem: Brasil (RS)
Cor / PB: cor
Duração: 26 min.


http://www.youtube.com/watch?v=02ziUbI7h6U

http://www.youtube.com/watch?v=725NIeNN8I0

http://www.youtube.com/watch?v=vQvx5VucjUs

Provocações

"A história da infância seria então a história da relação da sociedade, da cultura, dos adultos, com essa classe de idade, e a história da criança seria a história da relação das crianças entre si e com os adultos, com a cultura e a sociedade" (Kuhlmann Jr. e Fernandes, 2004, p. 15).

"Quer se enfatizar aqui as implicações de se considerar a infância como condição das crianças, que fazem perguntar como elas vivem ou viveram sua infância" (Idem, p. 25).

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Para debater educação

Pessoal

Recebi o link deste video no youtube e confesso que fiquei emocionada com a fala da professora Amanda Gurgel. Por isso, compartilho com vocês.
http://www.youtube.com/watch?v=7iJ0NQziMrc&feature=player_embedded
Um beijo
Diana

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Aula do dia 19 de maio

Pessoal

Lembro a todos que no dia 19 de maio não teremos aula em virtude de minha participação no VI Congresso Brasileiro de História da Educação que se realizará em Vitória (ES).
Um beijo
Diana

Provocações

"Não devemos pensar na mulher medieval como grupo compacto oprimido pelos homens. As diferenças sociais foram sempre tão fortes quanto as diferenças de sexo. Não é possivel alinhar, num mesmo plano, condessas e castelãs com servas e camponessas livres, ricas burguesas com artesãs, domésticas ou escravas. A opressão muitas vezes foi exercida pelas mulheres poderosas sobre as suas dependentes" (José Rivair Macedo, 1990, p, 26).

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Provocações

"A morte do pai anunciava a herança dos filhos, exceto azar, e, em todo caso, o fim de uma espécie de escravidão; os filhos tornavam-se adultos e a filha, se não fosse casada ou divorciada, tornava-se herdeira, livre para casar com quem bem quisesse (...) Assim, não nos supreenderemos com a obsessão pelo parricÍdio e sua relativa frequência" (Veyne, História da vida privada, p. 42).

http://www.paideuma.net/indice.htm

terça-feira, 5 de abril de 2011

Provocações

“Duas causas naturais parecem dar origem à poesia. Ao homem é natural imitar desde a infância – e nisso difere ele dos outros seres, por ser capaz da imitação e por aprender, por meio da imitação, os primeiros conhecimentos -; e todos os homens sentem prazer em imitar” (Aristóteles, Poética).


“Sócrates — Sendo assim, a imitação está longe da verdade e, se modela todos os objetos, é porque respeita apenas a uma pequena parte de cada um, a qual, por seu lado, não passa de uma sombra. Diremos, por exemplo, que o pintor nos representará um sapateiro, um carpinteiro ou qualquer outro artesão, sem ter o mínimo conhecimento do seu ofício. Contudo, se for bom pintor, tendo representado um carpinteiro e mostrando-o de longe, enganará as crianças e os homens tolos, porque terá dado à sua pintura a aparência de um carpinteiro autêntico” (Platão, A República).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Programa de Iniciação Científica

Pessoal Estão abertas as inscriçoes para o Programa de Bolsas de Iniciaçao Científica - (PIBIC, Reitoria, Santander e PIBITI). A data limite para as inscrições na FEUSP é 15/04/2010. Alguém tem interesse em participar? Escrevam para mim: dvidal@usp.br. Um beijo Diana

quinta-feira, 31 de março de 2011

Provocações

"Já se quis ver no aparecimento do universitário medieval a origem do 'intelectual' no sentido moderno da palavra. É verdade que as universidades medievais deram a seus membros status pessoal, condições materiais e psicológicas de trabalho, sociabilidade, práticas quase profissionais que os tornavam um grupo específico, rompendo com as estruturas sociais antigas, caracterizadas, antes de tudo, por sua relação com a cultura erudita e com o ensino, e, podemos pensar, por um certo gosto desinteressado pelo saber tanto quanto pela consciência de sua utilidade social. Porém, ao mesmo tempo, os universitários continuavam a ser 'clérigos': muitos viviam de rendimentos eclesiáticos e não de uma remuneração específica por seu trabalho intelectual. Sua liberdade de pensamento chocava-se com intangíveis imposições de ortodoxias religiosas e políticas" ( Jacques Verger).

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vídeos sobre Sócrates, Platão e Aristóteles

Na aula passada (24/03), o aluno Gustavo indicou alguns vídeos sobre Sócrates,Platão e Aristóteles. Quem quiser assistir, acesse pelos links:

Sócrates

http://www.youtube.com/watch?v=mQiQqPsQ4Bs&playnext=1&list=PL129944938FFB0E35

Platão

http://www.youtube.com/watch?v=bK09eEvzpCY&playnext=1&list=PL129944938FFB0E35

Aristóteles

http://www.youtube.com/watch?v=8uru60xR54w&feature=relmfu
Sócrates

http://www.youtube.com/watch?v=mQiQqPsQ4Bs&playnext=1&list=PL129944938FFB0E35

Platão

http://www.youtube.com/watch?v=bK09eEvzpCY&playnext=1&list=PL129944938FFB0E35

Aristóteles

http://www.youtube.com/watch?v=8uru60xR54w&feature=relmfu

quinta-feira, 24 de março de 2011

Provocações

Assim, após longas reflexões, análises me levaram a concluir que a sabedoria sem eloquência é pouco útil para os Estados, mas que a eloquência sem sabedoria é quase prejudicial e nunca é útil (Cicero, A invenção da retórica).

sábado, 19 de março de 2011

Questões discutidas na aula passada (17/03/2011)

Atendendo a solicitação dos alunos postamos as questões discutidas na aula do dia 17/03/2011 durante a atividade proposta pela professora Renata Simões após a exibição do filme "Em nome de Deus".

1. Que traços marcam a nova paisagem intelectual na virada do século XII para o século XIII?

2. Que mudanças sociais geram a mudança intelectual no período?

3. Que novos papéis sociais passam a ocupar os novos intelectuais?

4. Que “comportamentos críticos” no mundo medieval expressa o intelectual selecionado pelo autor, o Abelardo?

5. Na Idade Média, como podem se compreendidos os intelectuais orgânicos e os intelectuais autorizados?

6. O que definia o novo trabalho intelectual? De que materiais se utilizavam e a que técnicas recorriam os intelectuais dos séculos XII e XIII?

7. Como se definiram os papéis da Espanha, Itália e França no Renascimento? No desempenho desses papéis, o que diferem os dois primeiros países do terceiro? De onde advém o conhecimento que eclode e se dissemina nesses locais?

8. O que faziam os tradutores?

9. Quem eram os Goliardos? O que criticavam veemente?

10. O que criticava a literatura goliárdica? E como realizava essa crítica?

11. O que os goliardos legaram para os séculos seguintes?

12. Quem era Abelardo e o que combatia? O que deixou de herança intelectual?

segunda-feira, 14 de março de 2011

IX Semana de Estudos Clássicos

Pessoal

O professor Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio me pediu para divulgar a realização da IX Semana de Estudos Clássicos na FEUSP, de 2 a 6 de maio. Solicitou-me ainda que incentivasse vocês a participarem do exercício cênico que será apresentado no dia 06 de maio, sexta. A ideia é que as turmas do primeiro ano, noturno, encenem a Lisistrata, de Aristófanes. Os ensaios começaram semana passada, mas ainda há possibilidade de se inscrever na atividade.
Um beijo
Diana

sábado, 12 de março de 2011

Distribuição dos Seminários



  • 31/03/2011
Grupo 1 - Bernardo de Claraval. Sermão sobre o conhecimento e a ignorância.
INTEGRANTES:
Ana Claudia
Ana Roseno
Cristiane S. Braga
Fernanda Elisa Pansica
Mônica Cabral Oliveira
Simone B. Souza
Sthefane Lara Santana
Simone B. Souza


Grupo 2 - Thomas Morus, A utopia, livro I.
INTEGRANTES:
Fernando Oliveira da Silva
Gustavo Tacito Oshiro Ceregatti
Sérgio Navarro


  • 07/04/2011
Grupo 3 - Aristóteles, A poética.
INTEGRANTES:
Érika de Araújo Prudente
Cíntia Bonavina de Novaes
Giovanna C. Barroso



Grupo 4 - Platão, A república, Livro VII.
INTEGRANTES:
Barbara Donatangelo
Bárbara Pino
Beatriz Damiani
Giovana Sousa
Giuliana Fonseca
Jussara Bragiato
Micaelle Garcia
Priscila Kemelin

  • 14/04/2011
Grupo 5 - Plutarco, A vida de Péricles.
INTEGRANTES:
Adriano Alves
Chindalena Barbosa
Eunice Silva de Souza
Maísa C. da Silva


Grupo 6 - Cícero, Diálogo sobre a amizade.
INTEGRANTES:
Ana Paula H. Watari
Giulia Perini
Juliana Tomaz de Almeida
Natalino

  • 12/05/2011
Grupo 7 - O Dúlcilio de Rosvita, cômico teatral do século X
INTEGRANTES:
Ana Terra
Dimitrius Borba
Fagner Abreu
Glauce Fuzo
Lara Bissoli
Lúcio Araújo
Marcela Toledo
Mônica Cristine


Grupo 8 - O mistério de Adão, anônimo do séc. XII.
INTEGRANTES:
Camila Dantas
Isabel Zorairch
Katielly Mesquita de Melo
Luisa Freitas
Mariana Manfrin
Marina Melo
Ruthe Araújo

  • 26/05/2011
Grupos 9 - LADURIE, E.L.R. As infâncias Platter: Thomas. In: _____. O mendigo e o professor: a saga da família Platter no séc.XVI. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 29-81
INTEGRANTES:
Adriana Ferreira Ramos Aragão
Alexandra Viana
Elisa Vieira
Luciano João de Sousa
Marcelo Rito
Renata Fernandez Targino


Grupo 10 - ERASMO DE ROTERDAM. A civilidade pueril. In: _____ De pueris (dos meninos) Civilidade pueril. São Paulo: Escala, s/d, p; 123-158.)
INTEGRANTES:
Adriana Selestina Pereira
Ana Carolina
Ernesto
Fernanda Forato
Isadora Mellado
Jackeline Ferreira Vagliengo
Jaqueline
Luciano Macedo Silveira
Vanessa Guimarães Ramos


quarta-feira, 9 de março de 2011

Provocações

Platão, de certo modo, propôs as questões fundamentais do conhecimento teórico, como a do uno e do múltiplo, do ser e do parecer, conhecimento comum e científico, do bem e do justo, dos possíveis métodos de investigação, da possibilidade ou impossibilidade da educação, etc. Essas questões, desdobradas em outras novas e desafiadoras, perduram até hoje como pressupostos da racionalidade teórica (Jayme Paviani, p. 26-27).


Temos a tendência, desde os bancos escolares, de pensar a História Antiga como parte essencial da história do mundo, como uma de suas etapas em direção ao presente. Trata-se, contudo, de um efeito ilusionista produzido pela necessidade que a Europa sentiu, sobretudo a partir do século XIX, de definir o Ocidente em sua relação com o resto do mundo, traçando suas origens na tradição literária do mundo grego-romano e projetando-a, no presente, como berço da civilização humana. É uma armadilha ideológica difícil de evitar (Norberto Luiz Guarinello, p. 30-31).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Cronograma da disciplina

Fevereiro
24 (Aula 1) - Apresentação dos alunos, dos monitores e professora. Semana de calouros.

Março
03 (Aula 2) – Atividade de sensibilização.
1) Trabalho individual e discussão em grupo: O que é História da Educação? Qual seu interesse para a formação de educadores? Qual sua importância como campo epistemológico?
2) Leitura e discussão em grupo do texto: BARROS, A. Martins. O tempo com temporalidade, episteme e sociabilidade. In: _____. Breves notas ao ensino de História da educação. Rio de Janeiro: e-papers, 2003, p. 29-38.
3) Retomada das sínteses produzidas no item 1 em grupo e socialização para classe.

Unidade I: Do filósofo ao humanista

10 (Aula 3) – Apresentação da proposta e programação do curso. Formas de avaliação. Distribuição dos Seminários.
Tema: A polis grega e o lugar do filósofo. Sócrates e a maiêutica. Atividade: Discussão de texto em sala de aula: PAVIANI, J. Textos de Platão selecionados. In: _____. Platão e a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. p. 109-118.
Leitura indicada: GUARINELLO, N.L. Cidades-estado na Antiguidade Clássica. In: PINSKY, J. & PINSKY, C.B. (orgs.) História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003, p. 29-47.

17 (Aula 4) - Atividade: Filme: Em nome de Deus. Coordenação da atividade: Renata Simões. Leitura indicada: Le Goff, J. O século XII. Nascimento dos intelectuais. In: _____. Os intelectuais na Idade Média. São Paulo: Brasilense, 1988, p. 20-58.

24 (Aula 5) – Tema: A oratória e a eloqüência. Atividade: Discussão de texto em sala de aula: PEREIRA, Maria Helena. Educação romana até o final da República. O valor da Eloqüência. In: _____. Estudos de história da cultura clássica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009, p. 196-208.

31 (Aula 6) – Tema: A universidade: medievo e renascimento. Leitura indicada: LE GOFF, J. Do universitário ao humanista. In: _____. Os intelectuais na Idade Média. São Paulo: Brasilense, 1988, p. 95-123. Seminários: Grupos 1 e 2. (Bernardo de Claraval. Sermão sobre o conhecimento e a ignorância + Thomas Morus, A utopia, livro I).

Unidade II: A educação e seus sujeitos
Abril
07 (Aula 7) – Tema: Grécia Antiga. Seminários: Grupos 3 e 4. (Aristóteles, A poética. Platão, A república, Livro VII).
Leitura indicada: CAMBIANO, G. Tornar-se homem. In: VERNANT, J-P. O homem grego. Lisboa: Editorial Presença, 1994, p. 75-102.
REDFIELD, J. O homem e a vida doméstica. In: VERNANT, J-P.O homem grego. Lisboa: Editorial Presença, 1994, p.145-172.

14 (Aula 8) – Tema. Roma. Seminários: Grupos 5 e 6. (Plutarco, A vida de Péricles. + Cícero, Diálogo sobre a amizade)
Leitura indicada: VEYNE, P. Do ventre materno ao testamento. In: ARIES, P. e DUBY, G. História da vida privada. Vol 1. São Paulo, Cia. das Letras, 1991, p. 23-43.

21 – Semana Santa – sem aulas

28 (Aula 9) – Tema: O corpo e a sexualidade. Seminário Pós-Doc – Renata Simões. (Reunião CNPq Brasília)

Maio
05 (Aula 10) – IX Semana de Estudos Clássicos da FEUSP. Tema “Eros e Paidéia”. Tema: Amor e casamento.

12 (Aula 11) – Tema: A mulher na idade média. Seminários: Grupos 7 e 8. (O Dúlcilio de Rosvita, cômico teatral do século X + O mistério de Adão, anônimo do séc. XII).
Leitura indicada: MACEDO, J.R. A esposa, a mãe e a viúva. In: _____ A mulher na idade média. São Paulo: Contexto, 1990, p. 9-24.

19 – VI CBHE – sem aulas

26 (Aula 12) - Tema: Infância: de Esopo a La Fontaigne. Estratégia: pequenos grupos de discussão. Coordenação da atividade: Ana Claudia Berto e Fernanda Franchini. Seminários: Grupos 9 e 10 (Texto: LADURIE, E.L.R. As infâncias Platter: Thomas. In: _____. O mendigo e o professor: a saga da família Platter no séc.XVI. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 29-81 + ERASMO DE ROTERDAM. A civilidade pueril. In: _____ De pueris (dos meninos) Civilidade pueril. São Paulo: Escala, s/d, p; 123-158.)
Leitura indicada: KUHLMANN JR., Moysés e FERNANDES, Rogério. Notas sobre a história da infância. In: FARIA FILHO, L. (org). A infância e sua educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2004, p. 15-34.

Unidade III: O livro e a biblioteca
Junho
02 (Aula 13) -. Tema: A biblioteca como depositária do saber. Atividade de sensibilização: BORGES, Jorge Luis. A biblioteca de Babel. In: _____ Obras completas, vol. 1. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1998, p. 516-538. Leitura indicada: PEREIRA, Maria Helena. Outros modos de difusão da cultura: bibliotecas e leituras públicas. In: _____. Estudos de história da cultura clássica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009, p. 209-216.

09 (Aula 14) - Tema: O livro e a escrita: materialidades. Atividade: Discussão de texto: PAIVA, Ana Paula Mathias de. Formas primárias do registro e expressão. In: _____ A aventura do livro experimental. Belo Horizonte/ São Paulo: Autêntica/Edusp, p. 15 a 63. Estratégia: pequenos grupos de discussão.

16 (Aula 15) – Atividade: Filme: O nome da Rosa. Leitura indicada: VERGER, J. Os livros. In: _____. Homens e saber na Idade Média. Bauru: EDUSC, 1999, p. 111-134. Avaliação da disciplina – entrega de prova escrita (realizada em casa com consulta).

23 - Feriado - Corpus Christi



Sites a consultar:
http://www.paideuma.net/
http://www.consciencia.org/